Tinha vontade de escrever um livro sobre as histórias de meu pai.
Pensei durante um tempo, e conversando com meus irmãos observei que teria material suficiente para relatar as histórias, muitas delas engraçadas. Escrevi, e depois de distribuir para alguns parentes, percebi eu haviam outras histórias que ficaram de fora. Então que resolvi escrever o volume 2.
Foi uma grata surpresa, meu pai, homem simples, rústico, pouco estudo, produziu tantas histórias. Sempre me refiro a ele como um personagem Forrest Gump caipira. Era um verdadeiro contador de histórias.
